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sexta-feira, novembro 21, 2003

IRREAL SOCIAL

Todos nos lembramos dos BAN. "Dá-me um ideal, um ideal..."
Lembrei-me desta letra para vos falar de sentimento. Sentir é algo que nos marca e, acima de tudo, algo que pode marcar irremediavelmente uma ou mais pessoas.
Os sentimentos que temos todos os dias, ou numa ocasião especial, é qualquer coisa parecida a um espelho que reflecte o que somos, o que me leva a acreditar que o sentimento é uma faca de dois gumes.
Sentir genuinamente é sermos nós próprios. Não sentir, ou sentir por falsidade, é a simples abstracção da própria personalidade, ou seja, é contribuir para a irrealidade social.

quarta-feira, novembro 19, 2003

ESCREVER, ESSA PALAVRA ESPECTACULAR

Apreciei muito o post do JLL sobre a possibilidade e o gosto que tem em escrever.
Escrever é um acto de coragem. É também a concretização de um sentimento que fica registado para a posteridade. Com mais ou menos caracteres, com mais ou menos qualidade literária, o que interessa é que é algo de nós que fica na folha, no blog, no livro ou noutro espaço escolhido.
O MUNDO DO ADIA...

Eu adio, tu adias e ele adia. O que é bom é não decidir.
Há gente que funciona assim e faz mais amigos que os outros. Se até tivemos um Primeiro Ministro que era a super estrela e o super exemplo desta estratégia, porque é que não havemos de ter pessoas que o imitam?
Chamo a isto o mundo dos pequenos poderes. São, de facto, pequenos aqueles que por terem pequenos poderes, pensam ser capazes de ir encontrando aqui e acolá, formas de irem empatando e adiando as decisões.
ASOLUTAMENTE ENVERGONHADO

Serve este post para concordar com o Almariado e subscrever a absoluta vergonha que sinto pelo "feito" dos nossos meninos sub-21. Não estou assim pela vitória, como é óbvio. Mas sim, por não sabermos ganhar e por termos passado a imagem que somos uns mal educados, aspecto logo aproveitado e explorado pela arrogância francesa. Só que desta vez a arrogância até tem razão...

terça-feira, novembro 18, 2003

CARICATO

Descobri qual é o meu valor. Levou tempo e fiquei desiludido. Mas, ao menos, fiquei a saber que valho pouco...
Passo a contar a história. Acrescentei há dois anos, através do casamento, um nome aos que já tinha. Coisas modernas...
Ontem, na preparação do processo para a aquisição de um novo apartamento, fui alertado para o facto de ter de averbar essa mudança junto do Registo Predial pois, uma funcionária do banco, alegava que eu poderia não se eu.
Lá fui tratar do assunto. Junto do Registo Civil pedi uma certidão de nascimento e, por 15 euros, voltei a ser quem era.
Ridículo não é?

segunda-feira, novembro 17, 2003

ABSOLUTAMENTE AZUL

Nem o vento norte que trouxe um frio intenso, vulgo nortada, conseguiu quebrar o clima de festa e de orgulho.
O Estádio do Dragão foi inaugurado. Sem vaias nem maus comportamentos. Excelentemente bem estudado e planeado. Bem organizado. À disposição de todos, sem discriminar ninguém.
Ei-lo. À espera de todos os que gostam do F.C. Porto e dão valor ao trabalho como forma de atingir os objectivos.
Inevitavelmente, hoje, tal como ontem e anteontem, sou um sócio e adepto orgulhosamente feliz.
Os meus parabéns a todos os que gerem o F.C. Porto e fazem dele um exemplo dentro e fora de Portugal.
RECOMENDA-SE A LEITURA...

Revista do Público, edição nº 390 de 16 de Novembro. Muito interessante a leitura dos artigos sobre o quadragésimo aniversário do assassinato (com ou sem teoria de conspiração) de John Fitzgerald Kennedy, a primeira tragédia que ensombrou a aerostação, o balonismo português (queda do balão "Lusitano") e uma entrevista com Maria João Seixas.

sexta-feira, novembro 14, 2003

PARA QUEM TEM MAIS DO QUE 25 ANOS...

Apanhei este texto, de autor desconhecido, na minha caixa de e-mail e diverti-me imenso a lê-lo. Espero que tenham o mesmo sentimento.

"Olhando para trás, é difícil acreditar que estejamos vivos. Nós viajávamos em carros sem cintos de segurança ou air bag. Não tivemos nenhuma tampa à prova de crianças em frascos de remédios, portas, ou armários e andávamos de bicicleta sem capacete, sem contar que pedíamos boleia.
Bebíamos água directamente da mangueira e não da garrafa. Gastámos
horas a construir os nossos carrinhos de rolamentos para descer ladeira abaixo e só então descobríamos que nos tínhamos esquecido dos
travões. Depois de colidir com algumas árvores, aprendemos a resolver o problema.
Saíamos de casa de manhã, brincávamos o dia inteiro, e só
voltávamos quando se acendiam as luzes da rua. Ninguém nos podia localizar. Não havia telemóveis.
Nós partimos ossos e dentes, e não havia nenhuma lei para punir os culpados. Eram acidentes. Ninguém para culpar, só a nós próprios.
Tivemos brigas esmurramo-nos uns aos outros e aprendemos a superar isto. Comemos doces e bebemos refrigerantes mas não éramos obesos.
Estávamos sempre ao ar livre, a correr e a brincar. Compartilhamos garrafas de refrigerante e ninguém morreu por causa disso.
Não tivemos Playstations, Nintendo 64, vídeo games, 99 canais a cabo, filmes em vídeo, surround sound, telemóveis, computadores ou Internet.
Nós tivemos amigos. Nós saíamos e íamos ter com eles.
Íamos de bicicleta ou a pé até casa deles e batíamos à porta. Imaginem tal uma coisa! Sem pedir autorização aos pais, por nós mesmos! Lá fora, no mundo cruel! Sem nenhum responsável!
Como conseguimos fazer isto?
Fizemos jogos com bastões e bolas de ténis e comemos minhocas e, embora nos tenham dito que aconteceria, nunca nos caíram os olhos ou as minhocas ficaram vivas na nossa barriga para sempre. Nos jogos da escola, nem toda a gente fazia parte da equipa. Os que não fizeram, tiveram que aprender a lidar com a decepção...
Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros.
Eles repetiam o ano! Que horror! Não inventavam testes extras.
Éramos responsáveis pelas nossas acções e arcávamos com as consequências. Não havia ninguém que pudesse resolver isso. A ideia de um pai nos protegendo, se desrespeitássemos alguma lei, era inadmissível! Eles protegiam as leis! Imaginem!
A nossa geração produziu alguns dos melhores compradores de risco, criadores de soluções e inventores. Os últimos 50 anos foram uma explosão de inovações e novas ideias.
Tivemos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade, e aprendemos
a lidar com isso.
Se és um deles, parabéns!
Passa isto para outros, que como tu, tiveram a sorte de crescer como crianças."

quinta-feira, novembro 13, 2003

In Barlavento, 13-11-2003

O Algarve está preparado para responder à segurança que o Euro 2004 requer?

Perdoem-me a franqueza (ou o pessimismo, se o preferirem), mas, no quadro de insegurança global em que todos vivemos, já não podemos ter a pretensão de afirmar que estamos preparados para nos sentirmos totalmente “seguros”. Esta ideia, é a consequência dos conflitos que assistimos no mundo, da radicalização imposta nos atentados que matam milhares de inocentes, ou até, pasme-se, da desordem que os espectadores de um jogo de futebol provocam dentro e fora dos estádios.
Resta-nos pois, salvo melhor opinião, uma política de segurança, capaz de prevenir o maior número de situações anómalas que possam surgir.
Confirmei junto do Parque das Cidades, propriedade da Associação de Municípios Loulé/Faro, da Euro 2004, S.A. e do Governo português, que, de facto, já estavam, há muito, a preparar medidas nesse sentido.
O órgão gestor do estádio Loulé/Faro tem mantido um conjunto de reuniões com as entidades competentes, articulando com as mesmas, questões relativas à segurança, num quadro de prevenção e no cumprimento das regras previamente definidas.
Por outro lado, a entidade que coordenará o Euro 2004, no plano nacional, colocou a segurança como um dos pontos mais sensíveis na organização deste evento, nomeando em função disso, um responsável para esta área. Desde já, estão anunciadas algumas das medidas que passarão por uma formação dos seguranças (stewards) muito além do que é hábito na Europa, prevendo que estes possam actuar na manutenção de um ambiente seguro, na resposta aos problemas dos espectadores, no auxílio de emergência, possuindo conhecimentos básicos de segurança contra incêndios e treino em planos de emergência e evacuação.
Quanto ao Governo português, criou uma Comissão de Acompanhamento do Euro 2004 que tem emitido um conjunto de relatórios, cujo conteúdo é transmitido periodicamente à Assembleia da República, monitorizando as obras e necessidades que delas advêm.
Aliás, no quadro de segurança que um evento desta envergadura requer, o Governo anunciou no ano passado, no seio do PIDDAC para 2003, uma verba de 3,5 milhões de euros para o reforço dos meios das forças de segurança nacionais.
Realço, neste ponto, a colaboração imprescindível entre as forças de segurança de todos os países participantes, sendo um bom exemplo, a cooperação já anunciada entre o Governo português e o executivo espanhol, que já manifestou total disponibilidade para cooperar com Portugal no controlo das fronteiras entre os dois países, impedindo, desta forma, que os habituais causadores de problemas viajassem pelo seu território e chegassem à fronteira portuguesa.
Foi anunciada também, outra verba no valor de 5, 5 milhões de euros, para o arranque os sistema de comunicações de forças de segurança e emergência médica, que permitirá uma rede mais viável e fiável, operacional nas nove cidades que acolherão a prova.
Ainda no campo da saúde, está neste momento em curso, o processo de uniformização da triagem das urgências hospitalares, já apresentado no Hospital do Barlavento Algarvio e previsto também para o Hospital Distrital de Faro.
Desde há algum tempo, o Governo: adquiriu novos meios materiais, sendo um dos exemplos uma viatura de intervenção em situação de catástrofe (pequeno hospital de campanha); reforçou a formação; aprovou em Conselho de Ministros a integração do INEM e dotou este organismo com equipamento para eventuais ameaças bio-terroristas.
São algumas respostas que ajudam a criar, um ambiente menos tenso e uma noção de dever cumprido no campo da prevenção. Agora, cabe a todos nós, portugueses e/ou estrangeiros fazer do Euro 2004 uma festa e não um problema.
ABSOLUTAMENTE CHOCADO

Interrompo o silêncio. Quando se vai numa missão perigosa, no quadro da participação portuguesa no auxílio na reconstrução do Iraque, de que é que um homem tem saudades?
Saudades do país? Claro!
Saudades da família? Obviamente!
Mas virar-se para trás e afirmar que vai ter saudades do benfica???
Desculpem lá. Mas só mesmo o fanatismo o permite...

quinta-feira, novembro 06, 2003

FINALMENTE A HOMENAGEM

Costumamos dizer que só damos o real valor às coisas quando não as temos. Não deixei de pensar nisto enquanto almoçava, sozinho, perto do meu local de trabalho em Faro.
Por isso, esta é uma homenagem que já deveria ter feito a um conjunto de amigos, ex-colegas de trabalho, que comigo privaram durante cerca de dois anos e meio.
Quero deixar aqui um enfoque particular e muito especial a tantos momentos partilhados à mesa, onde sobressaiam todo o tipo de brincadeiras e boa disposição.
Nunca lhes agradeci publicamente esse companheirismo, manifestado ao almoço e durante todo o tempo que lá passei, o qual me fez crescer pessoalmente e emocionalmente.
Embora hoje conviva com outras pessoas, as quais me fazem feliz, sentimento que procuro sempre retribuir quando posso, num gesto de agradecimento que também merecem, sinto saudades dessas risadas e das autênticas maratonas que fazíamos a dizer "baboseiras", mas onde reforçámos os laços de amizade que ainda hoje nos unem.
Fica aqui um profundo agradecimento a todos eles. Podem crer que merecem esta homenagem.
DEVE SER O OUTONO...

Às vezes o mundo parece-nos mais cinzento. Isso pode acontecer, não só nos dias que chove e que o céu fica mais escuro, mas também, nos dias em que nos levantamos e, sem qualquer motivo que o justifique, nos sentimos menos humorados e por consequência, mais tristes.
Será o Outono?
SENSIBILIZADO

Assisti, na antiga FIL em Lisboa, à entrega dos Prémios Mérito 2002. Estes, distinguem pessoas portadoras de deficiência, enquanto meros trabalhadores ou criadores do seu, ou de mais, postos de trabalho, e naturalmente, premeiam as empresas que integram estas pessoas.
Foi uma cerimónia bonita. Mentiria se vos ocultasse que a mesma apelou ao sentimento.
Contudo, pela minha parte, foi um sentimento genuíno, muito além do vulgar "ter pena", e que permitiu ver naquelas pessoas autênticos heróis, capazes de fazer tudo, ou quase tudo, com níveis de eficiência tão notáveis como qualquer outra pessoa.
Fiquei sensibilizado. Muito.
Se me permitissem, a melhor forma que tenho de expressar esta atitude, é colocar o dedo na ferida da questão que envolve as pessoas portadoras de deficiência.
Está na hora de acabarmos com a mentira, o ter pena e outras coisas mais.
A hora é de olharmos para as necessidades reais destas pessoas e, sem holofotes, sem a necessidade de fazer publicidade a "alguns actos de marketing", resolver a questão da inclusão destas pessoas, das acessibilidades e das condições de vida que eles e todos nós devemos ter.
Os Prémios, que não se enquadram nos problemas enunciados no último parágrafo, apenas nos deram algumas importantes bofetadas.
Ainda tenho a cara vermelha. Muitos dos que estiveram na cerimónia também a devem ter. Mas só assim é que despertamos para a vida...
ALGUMA DISCUSSÃO

Causou alguma discussão o tema lançado aqui na terça feira. Embora tenha sido feita à margem do quadrante, alguns amigos não perderam a oportunidade para divulgar quais as suas ideias quanto ao assunto em apreço.
De todas as conversas que mantive, guardei uma questão que não foi expressa no post "um exemplo para os outros", mas que faz todo o sentido colocar aqui, quem sabe se para uma posterior reflexão.
A pergunta é simples: Como é que existem pessoas que procuram seguir exemplos quando os mesmos não o são para mais ninguém?
Sadomasoquismo? Burrice? Ou uma estranha forma de vida?


terça-feira, novembro 04, 2003

UM EXEMPLO PARA OS OUTROS

A questão é mais ou menos esta: como é que alguém consegue ser um exemplo para os outros? Sê-lo-á pela componente profissional? Pela pessoal? Pela emocional? Ou pela capacidade de se relacionar com os outros?
Qual é a marca que os leitores do quadrante entendem ser fundamental para serem associados a algo de bom?
Numa primeira análise, e deixando a resposta mais fácil de lado, ou seja, juntar todas as componentes e criar um Super-homem, algo difícil de alcançar, achei por bem decompor e questionar as capacidades enunciadas.
Será uma boa pessoa um guru especializado em determinada área?
Penso que não. Arrepia-me, desde logo, o facto de idealizar alguém muito bom naquilo que faz, mas que deixa muito a desejar no campo pessoal.
Será uma boa pessoa, aquela que se relaciona com toda a gente? Sim e não. Sim porque se desenvolve a si próprio e porque é no quadro do relacionamento humano que formamos a nossa própria personalidade. Não, porque abandonando por completo a componente profissional, poderemos ser considerados inúteis.
Será uma boa pessoa, aquela que consegue gerir as suas emoções, criando uma capa em seu redor?
Sim e não. Sim porque está preparado para dominar qualquer situação. Não, porque sendo demasiado frio e por consequência, pouco dado ao relacionamento com os outros, correrá o risco de afastar-se dos demais.
Será uma boa pessoa, aquela que de facto o é, pela sua capacidade pessoal de se afirmar e pela educação que revela no tratamento e na resolução das demais situações com que nos defrontamos todos os dias?
Sim. Creio que aqui o sim é justificado pela exigência que cada um deveria ter consigo próprio.
Já fiz referência à questão de ser ou não o número 10 (ver artigo neste blog "A ARTE DE JOGAR EM EQUIPA E SER O NÚMERO 10" de 10 de Outubro) e recupero-a aqui porque faz todo o sentido.
Coloco, e entendo que a afirmação seja por si só polémica, a questão pessoal e da própria formação, entenda-se também educação, acima de todas as outras.
Se não conseguirmos ser o tal Super-homem, a primeira componente que julgo marcar um homem ou mulher como exemplo é a formação/educação que temos e que exibimos.
Poderemos não ser tão bons no trabalho, poderemos não ser tão comunicativos quanto o deveríamos ser, poderemos até gerir as emoções de uma forma que poderia ser melhorada.
Todavia, se formos educados, e com isso estabelecer uma ponte para as atitudes que cada componente encerra em si, estaremos a dar um passo enorme para a consolidação da nossa imagem, presença e saber estar.
Devemos trabalhar para a excelência, ou seja, juntar todas as componentes e desenvolvê-las interiormente. Disso não pode haver dúvida. Mas até o conseguir todos temos a obrigação de respeitar os outros, e isso, a meu ver, só se faz através das premissas da educação que nos deveriam ter sido transmitidas. Porém, todos já nos apercebemos que há muita gente que faltou a esta lição ou não teve capacidade para a aprender.
Salvo melhor opinião, só conseguiremos ser um exemplo para os outros se tivermos uma trave mestra perfeitamente identificada e já agora, a lição atrás referida, perfeitamente assimilada e posta em prática.

UM RUMO

Portugal não necessita de novos navegadores, mas sim de um rumo. Para onde vamos, qual é o quadrante que queremos atingir e quais as nossas ambições, são interrogações legítimas e dúvidas que convém serem esclarecidas.
Senão ficamos ao abandono. Ou pior, à mercê de navegadores que tiveram medo do mar quando ele estava revolto, não tendo qualquer piedade em deixar a barca ao sabor da corrente que nos arrastava.
A memória, essa palavra que tanto incomoda, não pode nem deve ser esquecida.
SAUDAÇÕES

Gostava de enviar um abraço ao Sérgio Martins pelo seu blog e ao portista Asul também pelo seu blog.

segunda-feira, novembro 03, 2003

DE MÃO DADA

Local: Faro;
Dia: Segunda-Feira;
Acontecimento: Duas pessoas de mão dada;
Motivo: Romantismo;
Interesse para o Blog: Recupera os sentimentos que muitas vezes, por vergonha, ocultamos dos outros.
Vale a pena pensar nisto...

POST PARA A IMAGINAÇÃO

"Let me show you the world in my eyes" é o título de uma música dos Depeche Mode (Álbum Violater de 1991). Bonita, letra simples, batida pop, esta música, dá asas para a imaginação de cada um.
Será que consigo fazer-vos ver o mundo nos meus olhos. Qual o mundo que vos deixo transparecer? Será igual ao vosso?
Para ser mais honesto ainda, este título, cuja tradução simples para português poderia ser "deixa-me mostrar o mundo nos meus olhos (embora prefira dar-lhe o sentido através dos meus olhos), sempre me fascinou e incentiva as capacidades necessárias para que cada um de nós possa mostrar o seu mundo aos outros.
Já agora o meu mundo continua especial, pese embora coisas que são menos agradáveis mas que no plano global, são quase insignificantes.
E o vosso?

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