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quinta-feira, fevereiro 26, 2004

ORGULHO

Vamo lá falar do F.C. Porto - Manchester United...

1 - Acho que por uma questão de honestidade, devo-vos confessar que não estava à espera da vitória do Porto ontem. Este facto, que em nada retira a minha devoção portista, tem a ver com o reconhecimento da capacidade do adversário, das suas estrelas e do futebol que representam.
2 - Tenho a consciência, por isto, que a vitória de ontem, a todos os níveis fantástica e por números escassos face à superioridade manifestada, é um momento único numa escala de dez encontros iguais...
3 - Mesmo assim sendo, partindo do princípio que o jogo da segunda mão será completamente diferente (espero não ter razão no que digo), acho que a vitória do Porto deve ser festejada intensamente pelo facto em si.
4 - Não defendo exageros porque soam a festejos antes do tempo. Mas defendo que o feito seja anunciado a todos os ventos...
5 - Por isso, não posso estar de acordo com todos os que escrevem que os festejos do Porto soam a "bairrismos" exarcebados.
6 - Qual será o sentimento que nunca será condenável? Se festejam muito é porque são "cagões". Se festejam pouco é porque são cínicos. Vá-se lá saber o que fazer...
7 - O F.C. Porto deu um banho de bola ao Manchester. Escrevo-o de peito aberto mesmo tendo em conta todos os pontos anteriores. É um facto... Mesmo que seja eliminado a seguir, enquanto portista, não o deixarei esquecer!
OBRIGADO

Mil visitas. Mil memórias. Mil quadrantes.

quinta-feira, fevereiro 12, 2004

MUITO INTERESSANTE

Em nome da memória passada, vale a pena recordar...

terça-feira, fevereiro 10, 2004

NÃO DEIXA DE SER INTERESSANTE ANALISAR ESTA OPINIÃO...

"Os campeões (FC Porto) não estão na Capital mas vão à Capital".

Jorge Nuno Pinto da Costa

sexta-feira, fevereiro 06, 2004

ARROGANTE???

Muitas das pessoas tinham o Paulo como um sujeito arrogante. Muito embora se confunda a arrogância com frontalidade, para alguns não importa.
Da arrogância à vaidade é um pequeno passo. Só trilha esse caminho quem quer, e acima de tudo, quem não dá uma oportunidade para conhecer melhor essa pessoa.
O bom do Paulo era, posso afiançar, uma excelente pessoa. Eu tenho o privilégio de o saber.
Lembrei-me desta história porque estamos sempre a julgar os outros sem os conhecermos. É um pecado comum. Ou será simplesmente inveja?

quinta-feira, fevereiro 05, 2004

IN JORNAL BARLAVENTO, Edição 5 de FEVEREIRO

Houve violação por parte do Ministério da Justiça na retenção
dos descontos para a Segurança Social?


Muitas das questões políticas referentes a este governo, sejam identificadas pelos sindicatos ou pela oposição, têm esta particularidade esquisita: com ou sem explicações, são sempre um grave atentado ao país e aos portugueses.
A excessiva dramatização e politização de um problema deste tipo nunca foram boas conselheiras. Primeiro, porque a cortina de fumo lançada polui qualquer debate de ideias. Segundo, porque tenho a sensação que há muito boa gente que não consegue explicar a sonolência que teve durante os consulados do Eng. António Guterres.
O problema da eventualidade dos 580 funcionários judiciais, que reporta ao passado, foi resolvido, finalmente, por despacho conjunto dos Ministérios das Finanças e da Justiça no dia 16 de Janeiro deste ano, com efeitos reportados a 1 de Janeiro de 2003. Mas até chegar a este ponto, o Ministério da Justiça, desde o final de 2002, tentou encontrar a solução jurídica mais adequada para resolver o problema da sua integração.
Foi configurada a possibilidade de celebração de contratos a termo com estes funcionários. Embora tal não tivesse sido possível, durante esse período, os montantes retidos pela Direcção Geral da Administração da Justiça aos trabalhadores, ficaram no Estado, estando afectos à finalidade que lhe é destinada, isto é, à espera de serem entregues à Caixa Geral de Aposentações quando fosse resolvida esta questão.
Assim, durante este mês, o Ministério da Justiça regularizará uma situação que nunca poderá, a meu ver, ser considerada como um crime fiscal, nem como uma apropriação ilícita, acusação rejeitada pelo próprio deputado socialista Eduardo Cabrita.
Se é certo que não tenho formação académica específica nesta área, atrevo-me pois a contrariar a opinião do Professor Saldanha Sanches, salvaguardando a opinião de algumas pessoas que tive a oportunidade de consultar. Todas foram unânimes em considerar que a movimentação de dinheiro dentro do Estado não configura qualquer crime fiscal, até porque, a prática de um crime fiscal implica a apropriação ilícita de algo, a transferência do património de um para o património de outrem e uma intenção fraudulenta, o que, sejamos honestos, a oposição reconhece que não se verificou.
Podemos também discutir o assunto centrando-o na questão da existência de alguns erros de procedimento burocráticos e administrativos, aliás, prontamente admitidos. Todavia, mesmo com esta admissão, devem ser realçadas, tanto a disponibilidade imediata da Ministra Celeste Cardona em deslocar-se à Assembleia da República para prestar todos os esclarecimentos, como a salvaguarda de 580 postos de trabalho. Esta constatação merecia uma leitura diferente por parte da oposição, sempre tão interessada na defesa dos trabalhadores, mas, sem pejo em trocar os mesmos por um pretenso caso político.
A estratégia parece-me clara. Muitos não hesitam em atacar, muitas vezes de uma forma vil e eticamente condenável, o governo e a coligação que o suporta. Essas mentes, onde fervilham todos os dias factos novos para pôr em causa a estabilidade governativa, já entenderam que a única forma de minar o governo é tentar dividir os dois partidos.
Enfim, é a política de quem não tem memória, nem futuro.

segunda-feira, fevereiro 02, 2004

SPORTING C.P. - F.C. PORTO

Eram inevitáveis estes comentários. Tive vontade de os escrever logo na noite de sábado. Sensatamente não os escrevi.
Aliás, proponho mesmo que fosse vedado aos intervenientes, sejam eles jogadores, técnicos ou dirigentes, de um qualquer jogo de futebol quaisquer tipo de comentários sobre o jogo que acabaram de jogar ou presenciar. Certamente poupar-nos-iam algumas palavras e/ou afirmações menos ponderadas.
Vamos ao jogo. Como sabem sou portista. Reconheço todavia, que a haver um vencedor nesta partida, seria o Sporting.
Foi um Sporting mais versus um Porto menos. É claro que posso sempre dizer que nós, os portistas, andamos "mal habituados". Posso também dizer que o Porto fez o seu trabalho, ou seja, cumpriu um dos objectivos: não perder e sair de Alvalade com, pelo menos, a mesma diferença pontual.
Mas tudo isto soa-me a pouco. Entendo que o Porto deveria ter ido mais além.
Quanto ao jogo disputado fora das quatro linhas, importa também fazer outros comentários, sabendo de antemão que estes serão menos consensuais.
Não tenho qualquer problema em achar que o José Mourinho deveria ter sido mais contido nas apreciações que fez, bastaria que não comentasse o jogo a "quente".
No entanto, tenho que concordar com ele naquilo que me pareceu deselegante (para não chamar nomes piores).
A meio da semana, por parte do Sporting, dirigiu-se à sala de imprensa, um atleta chamado Rui Jorge para pedir fair play aos adeptos. Registei e aplaudi as suas palavras. Não esperava era que o próprio não as colocasse em prática quando teve oportunidade.
Sei que foi o árbitro que mandou seguir o jogo. Mas, no rescaldo de uma lesão do João Pinto, de que não se conhecia a gravidade, mesmo assim o atleta deveria ter em atenção que os jogadores do Porto estavam mais preocupados com o seu colega e com o resultado da primeira análise ao seu estado físico do que com o jogo.
Basta ver as imagens para se perceber que o Jorge Costa estava ao pé da linha lateral junto do João Pinto. Os jogadores Costinha e Ricardo Carvalho estavam no meio campo e os restantes jogadores acompanhavam a situação do atleta lesionado.
Espero que as palavras de João Pinto "(...)confesso que fiquei algo preocupado, pois deixei de sentir o braço(...)", prestadas hoje ao jornal A Bola, pesem na consciência do Rui Jorge.
Foi mau demais para ser verdade. Foi vergonhoso e demonstra uma falta de carácter que me enoja.
Quanto às declarações do dirigente do Sporting e alegada camisola rasgada, por enquanto, não vou dizer mais do que isto: Ou o Sporting nos prova o que afirmou ou então tenho que afirmar que para além de uma brincadeirta de mau gosto, não passa de um grande mentiroso.
A situação até nem é muito difícil de inventar. Basta pensar que um de nós pode ir a uma conferência de imprensa, levando uma camisola rasgada, e dizer que foi outra pessoa.
Soa-me, para já, a falso. Aguardemos um maior desenvolvimento...

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